Quase em sua totalidade, as pesquisas na área de educação são
realizadas diretamente com seres humanos, e, na maioria das vezes, com
crianças. A abordagem deve ser feita de forma que não provoque qualquer tipo de
dano aos participantes da pesquisa. É necessário avaliar se os riscos ao
participante justificam o beneficio obtido com o estudo.
Portanto, deve-se
analisar o grau de vulnerabilidade do participante e garantir seus direitos
fundamentais, tais como: direto a privacidade, direto a dignidade, direito a
liberdade e direto de conhecer o teor da pesquisa. O sigilo absoluto das
informações também é necessário. Este tem também o direito de ser informado do
seu resultado. O uso de imagens (vídeos, fotos, documentários) deve ter
autorização expressa do pesquisado.
Se na área da saúde um profissional cometer um erro e alterar
um resultado, terá vítima e será punido. Na educação isso não acontece, existe
a sensação de que tudo é permitido.
Por isso essas medidas são necessárias, não só por uma
questão ética, mas também para a fidedignidade do resultado da pesquisa.
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