A Educação a distância (EaD) é
uma forma de ensino onde professores e alunos não estão em contato direto. O
ensino utiliza nova metodologia, novos recursos tecnológicos, que permitem a
interação entre ambos.
A EaD não é uma modalidade de
ensino recente. Surgiu na Europa, em resposta à necessidade socioeconômica relacionada
com o aumento de produtividade, sendo necessária mão de obra qualificada para a
realização dos trabalhos. Todo este processo permitiu que, o que era próprio de
alguns, fosse ‘democratizado’.
As primeiras gerações disponham
apenas papel impresso, rádio e TV. Mas à medida que o tempo foi passando e
novas tecnologias surgindo, foram implantados novos instrumentos, como os CDs,
telefone, computadores, internet, etc., permitindo a integração entre alunos e
professores.
No Brasil, as primeiras
tentativas de EaD eram relacionadas com programas nacionais de educação a
distância, tais como o Projeto Minerva e o Logos. Em 1992, foi criada a
Coordenadoria Nacional de Educação a Distância e, em 1995, a Secretaria de
Educação a Distância.
Uma das vantagens da Ead é possibilitar
aos alunos estudarem no horário de sua conveniência, ao invés de frequentarem
aulas em horários pré-estabelecidos. Contundo, essa flexibilidade pode torna-se
uma desvantagem para alunos que não tem hábito de estudo independente, pois correm
o risco de não atenderem aos requisitos do programa. Outra grande vantagem da
Ead é com relação às despesas. Se gasta menos que num curso presencial,
especialmente quem mora no município pólo.
Portanto, a tendência é que essa
modalidade de ensino cresça, e mais pessoas tenham nela a sua oportunidade de
cursar uma faculdade.
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