sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012



"Nunca considere seu estudo uma obrigação, mas sim como uma oportunidade invejável de aprender, sobre a influência libertadora da beleza no domínio do espírito, para seu prazer pessoal e para o proveito da comunidade da qual pertencerá o seu trabalho futuro"

(Albert Einstein)

Educação a Distância


A Educação a distância (EaD) é uma forma de ensino onde professores e alunos não estão em contato direto. O ensino utiliza nova metodologia, novos recursos tecnológicos, que permitem a interação entre ambos.
A EaD não é uma modalidade de ensino recente. Surgiu na Europa, em resposta à necessidade socioeconômica relacionada com o aumento de produtividade, sendo necessária mão de obra qualificada para a realização dos trabalhos. Todo este processo permitiu que, o que era próprio de alguns, fosse ‘democratizado’.
As primeiras gerações disponham apenas papel impresso, rádio e TV. Mas à medida que o tempo foi passando e novas tecnologias surgindo, foram implantados novos instrumentos, como os CDs, telefone, computadores, internet, etc., permitindo a integração entre alunos e professores.
No Brasil, as primeiras tentativas de EaD eram relacionadas com programas nacionais de educação a distância, tais como o Projeto Minerva e o Logos. Em 1992, foi criada a Coordenadoria Nacional de Educação a Distância e, em 1995, a Secretaria de Educação a Distância.
Uma das vantagens da Ead é possibilitar aos alunos estudarem no horário de sua conveniência, ao invés de frequentarem aulas em horários pré-estabelecidos. Contundo, essa flexibilidade pode torna-se uma desvantagem para alunos que não tem hábito de estudo independente, pois correm o risco de não atenderem aos requisitos do programa. Outra grande vantagem da Ead é com relação às despesas. Se gasta menos que num curso presencial, especialmente quem mora no município pólo.
Portanto, a tendência é que essa modalidade de ensino cresça, e mais pessoas tenham nela a sua oportunidade de cursar uma faculdade.

As concepções de sociedade nas visões de Émile Durkheim, Karl Marx e Max Weber


É de conhecimento geral que Émile Durkheim, Karl Marx e Max Weber são os três principais pensadores clássicos da Sociologia. Cada um defende sua idéia sobre a sociedade e de como seria possível conseguir que a mesma funcione corretamente.
Marx concebe a sociedade dividida em duas classes: a dos capitalistas, que detêm a posse dos meios de produção, e o operariado, cuja única posse é sua força de trabalho, a qual vendem ao capital. Para Marx, os interesses entre o capital e o trabalho são irreconciliáveis, sendo este debate a essência do seu pensamento, resultando na concepção de uma sociedade dividida em classes. Assim, os meios de produção resultam nas relações de produção, formas como os homens se organizam para executar a atividade produtiva. Tudo isso acarreta desigualdades, dando origem à luta de classes.
Durkheim entendia que a sociedade era um organismo que funcionava como um corpo, onde cada órgão tem uma função e depende dos outros para sobreviver. Ao seu olhar, o que importa é o indivíduo se sentir parte do todo.
Para Durkheim, a Sociologia deve estudar os fatos sociais, os quais apresentam vida própria, sendo exteriores aos indivíduos e incorporados neles a ponto de virarem hábitos.
Max Weber  é o pensador mais recente dentre os três, conhecedor tanto do pensamento de Durkheim quanto de Marx. Assim, ele entende que a sociedade não funciona de forma tão simples e nem pode ser harmoniosa como pensa Durkheim, mas também não propõe uma revolução como faz Marx, mas afirma que o papel da Sociologia é observar e analisar os fenômenos que ocorrem na sociedade, buscando extrair desses fenômenos os ensinamentos e sistematizá-los para uma melhor compreensão, e é por isso que sua Sociologia recebe o nome de compreensiva.
Um dos conceitos chaves da obra e da teoria sociológica de Weber é a ação social. A ação é um comportamento humano no qual os indivíduos se relacionam de maneira subjetiva, cujo sentido é determinado pelo comportamento alheio.
Portanto, podemos definir que a Sociologia de Durkheim é positivista; a de Marx é revolucionária e a de Max Weber é compreensiva.

O Aprendizado Empírico


Constantemente, nos deparamos no dia-a-dia com situações nem sempre agradáveis, situações essas que na maioria das vezes causa em nós diversas perturbações, como tristeza, mágoa, indiferença e até mesmo dor. No entanto, essas situações vivenciadas contribuem de forma muito importante no desenvolvimento do ser humano.
É através desta vivência, dessas relações sociais cotidianas, que o ser humano desenvolve um dos tipos de aprendizado mais importante em sua vida, o aprendizado empírico, também chamado de aprendizado vulgar, ou senso-comum. São justamente essas lições que a vida nos dá, que constituem e reforçam este aprendizado, que estará sempre se solidificando a partir de novas relações sociais no decorrer de nossa vida.
A partir do momento que desenvolvemos o amor, o respeito pelo próximo, aprendemos como nos relacionarmos com as pessoas e como usufruir dessa vida social para agregarmos valores pessoais a nossa vida. Partindo dessas relações aprendemos o que é correto, como também o que é errado, aprendemos que as pessoas irão nos magoar, e que também iremos magoá-las, aprendemos a perdoar quando precisarmos, como também a pedir desculpas.
Enfim, a vida sempre irá nos ensinar, basta termos a capacidade de filtrar esses ensinamentos, assim como procurar também transmitir esses valores, para que sempre esse conhecimento tenha destaque na vida de outras pessoas.  

O conhecimento não pode ser considerado neutro


O conhecimento é produto da atividade humana intencional; é saber sobre e para. O processo para conhecer é desencadeado toda vez que nos encontramos diante de problemas ou teorias sem respostas satisfatórias, quando buscamos idéias que possam ser transformadas em práticas que melhorem nossa qualidade de vida, gerando o que se costuma chamar de progresso.
Portanto o conhecimento não pode ser considerado neutro, pois ele é sempre de, que serve ou pode ser usado para atingir determinados fins que não são propriamente estimulantes da vida moral, orgânica e socialmente sadia.

Educação Reprodutivista


De acordo com as teorias apresentadas pelos estudiosos contemporâneos da sociologia em suas analises em educação, a escola é reprodutora das desigualdades sociais.
As teorias reprodutivistas são classificadas em três grupos: A teoria do sistema de ensino enquanto violência simbólica, onde a sociedade é vista como um sistema de relações de força simbólica, que tem como função reforçar as relações de força material, assim contribuindo para excluir do sistema de ensino aqueles que são economicamente mais pobres; A teoria da escola enquanto aparelho ideológico de estado, nela a escola em vez de se tornar um instrumento de equalização social, se constitui em um mecanismo construído pela burguesia para garantir e perpetuar seus interesses; A teoria da escola dualista, esta consiste em mostrar que uma escola é dividida em duas classes fundamentais: a burguesia e o proletariado, sendo que o ultimo é impedido de desenvolver sua ideologia e sua luta revolucionária.
Conclui-se que na educação reprodutivista, como afirmam os filósofos Bourdieu e Passeron, a escola contribui para a preservação do poder das classes dominante, gerando assim a desigualdade social. 

Problema da ética na pesquisa em educação


Quase em sua totalidade, as pesquisas na área de educação são realizadas diretamente com seres humanos, e, na maioria das vezes, com crianças. A abordagem deve ser feita de forma que não provoque qualquer tipo de dano aos participantes da pesquisa. É necessário avaliar se os riscos ao participante justificam o beneficio obtido com o estudo.
 Portanto, deve-se analisar o grau de vulnerabilidade do participante e garantir seus direitos fundamentais, tais como: direto a privacidade, direto a dignidade, direito a liberdade e direto de conhecer o teor da pesquisa. O sigilo absoluto das informações também é necessário. Este tem também o direito de ser informado do seu resultado. O uso de imagens (vídeos, fotos, documentários) deve ter autorização expressa do pesquisado.
Se na área da saúde um profissional cometer um erro e alterar um resultado, terá vítima e será punido. Na educação isso não acontece, existe a sensação de que tudo é permitido.
Por isso essas medidas são necessárias, não só por uma questão ética, mas também para a fidedignidade do resultado da pesquisa.

E-mail a um amigo


Caro amigo, a educação a distância é uma modalidade de ensino em que não é necessário que o aluno esteja fisicamente em um ambiente formal (sala de aula). A interação entre aluno e professor ocorrerá por meio de tecnologias, como por exemplo, a Internet.
Então, diferente das aulas presenciais, que você tem que está todo dia, num mesmo horário em uma sala de aula, você pode estudar em casa, escolher os horários que são mais adequados, tendo assim maior proveito.
São vários tipos de atividades, desde chats, fóruns, questionários e etc., tendo a participação de todos os colegas, professores e tutores, que estão sempre disponíveis para elucidar nossas duvidas.
É uma forma de ensino muito interessante, pois, além das variadas possibilidades de estudo oferecidas aos alunos, temos que estudar por iniciativa própria, adquirindo mais conhecimento, e assim, tendo mais proveitos no curso.

Abraços.